Archive for the ‘Eu Indico’ Category

Constatti – Curso Inédito no Rio de Janeiro

17/07/2009

folder curso marcos

Anúncios

Reclamação de Cliente 2.0. Bizrevolution

17/07/2009

Desta vez, venho indicar este artigo da Bizrevolution , porque gotei muito da forma que o Ricardo abordou o assunto, apesar de ja conhecer a forma direta, simples e inteligente que ele escreve e que nos faz sentir vontade de continuar lendo mais e mais. Parabéns.

E, a idéia do David, foi perfeita… 

Leia: 

Reclamação de Cliente 2.0.

Existem pelo menos quatro maneiras de você reclamar do atendimento de um empresa:

(1) Soltar os cachorros, brigar, xingar, bate na menina do atendimento que teoricamente não tem nada a ver com o pato. 

(2) Não reclamar, não fazer nada a respeito e deixar por isso mesmo. A pior coisa que pode você pode fazer para uma pessoa é ser indiferente. 
 
(3) Você pode reclamar com educação, seneridade, calma, fazer a empresa e a menina do atendimento se sensibilizar com a sua situação fazendo ela vestir os seus sapatos. 

 E, tem uma quarta maneira. 

 (4) Você pode fazer uma reclamação tão 2.0, mas tão 2.0, que pode se transformar em um viral na internet que leva mais de 4 milhões de pessoas a conhecer a sua reclamação, e ainda gerar novos negócios para você. 

O americano David Carroll, músico profissional, optou por essa nova maneira de reclamar de uma empresa.

David Carroll teve a sua amada e querida guitarra Taylor de três mil e quinhentos dólares quebrada pela United durante um vôo da Nova Escócia para o Nebraska.  

Depois de meses de frustração tentando receber algum dinheiro como indenização, ele finalmente recebeu uma resposta da empresa: “Não”. 
 
David então decidiu fazer o quê sabe fazer de melhor: música. O cara transformou o episódio da guitarra quebrada pela United em uma música country. Ele escreveu letra, música e filmou um clip com pegada profissional que em apenas três semanas de YouTube já teve mais de 4 milhões de visualizações. 
 
A iniciativa de David serviu para detonar a imagem da United e também para apresentar o seu trabalho para o mundo. 

Leia o artigo completo em Bizrevolution.

O Caso e o Descaso com a Segurança e suas Consequências.

17/07/2009

 

segurancasEm alguns lugares do globo simplesmente não se concebe que um executivo estrangeiro  importante possa circular sem algum tipo de segurança. É assim no México, na Colômbia, Líbano, em diversas regiões da África, no Siri-Lanka e em diversas áreas do sudeste-asiático, como Filipinas e Indonésia; tudo isso sem falar no Iraque, país hoje recordista em ações de atentado, dos mais diversos.

Há países onde a extorsão mediante seqüestro é endêmica, como no México, hoje também assolado por guerrilhas no meio rural.

Na Colômbia a ação das FARC, mantendo estrangeiros cativos dispensa comentários e muitos chegam a permanecer por vários anos em poder de seus captores; assim como acontecia há alguns anos, e ainda ocorre, embora em menor grau hoje, no Líbano.

No Brasil, nos anos 80 e 90, enfrentamos uma forte onda de seqüestros perpetrados pela criminalidade, a qual tinha, nos seqüestros uma variante, bastante lucrativa do seu principal negócio que é o tráfico de drogas.

A ação dessas quadrilhas diminuiu muitíssimo, sobretudo no Rio de Janeiro, em função de uma resposta policial dura e eficaz, fortemente embasada numa atividade de inteligência especificamente voltada para atuar segurança pública.

Com o crime de seqüestro tradicional praticamente “zerado” no Rio de Janeiro, os visitantes estrangeiros ainda tinham que temer ocorrências mais banais como o furto e roubo de computadores portáteis e celulares na via pública, a violação de bagagens nos aeroportos, a subtração de carteiras e máquinas fotográficas na praia ou em locais turísticos menos policiados, golpes aplicados por maus motoristas de táxi, prostitutas, empregados desonestos em hotéis e restaurantes.

Tratam-se de ações contra as quais, via de regra, qualquer um deveria precaver-se, fosse qual fosse o seu destino, pois são coisas que podem acometer (e acometem) ao viajante em todo lugar.

Há turistas brasileiros saqueados na Flórida; roubados no México, ao sair do aeroporto; furtados em seus pertences no interior de hotéis em Paris, mas convenhamos, nada ajuda a vender mais jornais do que estampar uma boa troca de tiros no Rio de Janeiro!

Embora, de uma maneira geral, algumas mídias tendenciosas se encarregavam de “queimar” o Brasil, o nosso país não costumava ser um destino dos mais perigoso para turistas e homens de negócios do que quaisquer outros, onde ações de roubo, furto e violência não sejam contempladas com tanto espaço nos noticiários.

Porém, alguns acontecimentos recentes nos lembram o quão perigoso é relaxar com a segurança dos nossos visitantes.

Em agosto de 2008, bandidos armados assaltaram um grupo de homens de negócios orientais que aproveitaram pra visitar pontos turísticos na área de floresta da cidade. Na Investida seqüestraram o Vice-Embaixador vietnamita e três técnicos chineses que estavam trabalhando numa siderúrgica em Santa cruz e tinham ido conhecer o Corcovado.

Os turistas, que viajavam numa van, não contavam com qualquer tipo de segurança e foram atacados por um grupo de cerca de doze homens armados de fuzis.

Ressalte-se que tal ação não ocorreu no interior de uma área rural na Birmânia, nas praias desertas ou florestas das Filipinas ou no Siri-Lanka; mas sim na maior floresta urbana do mundo, a qual sedia pontos turísticos internacionalmente reconhecidos como de rara beleza e que atraem turistas de todo o mundo.

Os estrangeiros foram mantidos cativos em uma grande favela da cidade, num buraco escavado na terra (numa profundidade de mais de 2m), coberto com telhas, numa área em obras a qual não despertava quaisquer suspeitas.

É certo que todo lugar tem suas particularidades no que tange aos riscos de segurança. Ainda hoje, em Nova Iorque, algumas áreas da cidade continuam vedadas ao turista desavisado, sobretudo à noite.

Em Londres, o crime violento com facas vem crescendo em bairros periféricos.

Qualquer que seja o destino de um VIP, sempre haverá a necessidade de contar com o assessoramento de um profissional de segurança competente e confiável, perfeitamente familiarizado com a geografia física, humana e sobretudo com a crônica delituosa daquele determinado local.

Faz-se necessário dispor de alguém que possa avaliar os riscos com precisão, enunciando escrupulosa e tecnicamente os recursos de proteção necessários e descartando os excessos que obviamente seriam praticados por aqueles que se ativessem unicamente às informações proporcionadas por leigos ou pela mídia.

Infelizmente, as ruas nas nossas grandes cidades são hoje um cenário muito mais adverso do que eram no tempo de nossos pais ou avós. Isso não quer dizer que nelas seja impossível viver ou circular (afinal, moramos, trabalhamos e vivemos aqui); porém que é necessário estudarmos tais áreas, o quê nelas ocorre e aprendermos como devemos nos portar de forma a assegurarmos maiores chances de incolumidade.

A conjuntura infelizmente conspira contra a segurança dos homens de bem, nacionais ou estrangeiros que nos visitam. Um turista estrangeiro, um diplomata ou um executivo estrangeiro por certo não poderá proceder dessa forma, ficando mais sujeito às mais diversas formas de violência urbana e vão necessitar contar com segurança para si, seu patrimônio e negócios, na razão direta de sua importância e das possibilidades de perigo que, se espera, possam ameaçá-lo.

Descuidar-se disso e contar que o “acaso possa socorrer” no momento de perigo pode representar o mesmo que brincar de roleta russa. Um um dia, a sorte pode acabar e…

Agora, a decisão está com você.

Por Vinícius Domingues Cavalcante em Constatti.

As Sete Maiores Mentiras do Currículo.

17/07/2009

O Apreendedor Indica:

Gente, gostei muito do artigo publicado pela Constatti, e resolvi postar aqui. É realmente incrível a capacidade que canditados tenham e estejam dispostos a mentir, disponibilizando informaçõe falsas em seus currículos na esperança de conquistar uma vaga. É  muito interessante  e útil o artigo, porque ele além de previnir as empresas também desencoraja os “engraçadinhos de plantão” deixando claro que existem formas simples e eficazes dos empregadores constatarem tais mentiras. É muito bom ver uma empresa como esta, que conta com uma grande equipe e capacidade técnica e que tem o cuidado e a preocupação de levar informação de qualidade ao público.Veja:

As Sete Maiores Mentiras do Currículo.

 mentiras-no-curriculumTemos procurado alertar as empresas para se ter o cuidado quando da contratação de novos funcionários. 

Muitas empresas, sem saber, estão contratando pessoas desonestas as quais ocuparão cargos com acesso privilegiado dentro da empresa. Elas não pouparão esforços de usar do cargo para ter benefício pessoal, e sem o menor escrúpulo do prejuízo que possa causar a empresa.

Essas pessoas usam de má fé, desde o momento da apresentação de seus currículos, inventando toda uma estória sobre seu perfil profissional para conseguir o emprego.

A Revista Época publicou um artigo em 24/04/09 abordando o assunto. Destacamos abaixo o trecho que fala dessas mentiras mais comuns para que você fique alerta e tome precauções.

1. Idiomas
É a mentira mais popular. Trata-se daquele inglês “básico” que no currículo se torna “avançado”. É também a mentira mais fácil de ser identificada. Ocorre principalmente em seleções de jovens profissionais que não esperam uma avaliação rigorosa de seu domínio de idioma estrangeiro. Um simples teste ou uma conversa com o recrutador são suficientes para desmascarar o monoglota.

2. Qualificação
Inventar uma especialização técnica ou transformar um curso rápido em pós-graduação também são manobras muito comuns – e fatais – nos processos de seleção. Além da questão moral, se a fraude é descoberta, leva à dúvida sobre todas as competências que o candidato afirma ter. Essas mentiras são normalmente descobertas na entrevista, quando o recrutador pede detalhes dos cursos realizados – nome dos professores, das disciplinas etc. Se o candidato conseguir manter a farsa, ele ainda pode ser desmascarado quando checadores ligam para a universidade para conferir as informações. Algumas empresas são mais diretas: exigem o certificado dos cursos.

3. Cargos e funções
Muitos candidatos mentem sobre cargos em empregos anteriores para demonstrar experiência ou pleitear salário mais alto. Assim, um estagiário pode virar assistente, um supervisor vira gerente, e por aí vai. São dados de checagem relativamente fácil quando a entrevista é bem feita: o candidato costuma escorregar nos detalhes sobre seu passado profissional.

4. Participação em projetos
Esse tipo de mentira, relacionada a conquistas e projetos implementados em empregos anteriores, exige um esforço maior do recrutador. Por causa do passar do tempo e da rotatividade das empresas, muitas vezes é difícil entrar em contato com antigos colegas do projeto mencionado. Segundo Max Gehringer, esse problema começou a surgir nos anos 1980, quando passaram a circular currículos em primeira pessoa. “O currículo com as palavras ‘liderei’ ou ‘coordenei’ é complicado porque são ações difíceis de ser mensuradas e com resultados muitas vezes subjetivos”, diz Max. A estratégia dos recrutadores para detectar as invencionices é levar a entrevista a um nível de detalhe extremo, para capturar contradições.

5. Motivo de desligamento
Se percebida, a mentira sobre os motivos da saída de empregos anteriores desperta a impressão de que o candidato quer esconder algo. Demissões nunca são bem vistas. Mas hoje, com a rotatividade tão alta, deixaram de ser um estigma. Mesmo assim, devem ser explicadas. Se o desligamento foi espinhoso, o melhor é demonstrar maturidade, assumir eventuais maus passos e mostrar que o episódio serviu de lição. Jogar a culpa no ex-chefe é tentador, mas o efeito é quase o mesmo de um pedido para desistir do processo de seleção.

6. Datas de entrada e saída de empregos
Esticar em alguns meses a permanência no emprego anterior pode ser até aceito pelo selecionador, para quem tem vergonha de dizer que estava desempregado. “Mas a manipulação de datas é intolerável quando ela tenta esconder um padrão de permanências curtas nos empregos”, afirma Vander Giovani, da Kroll. Uma ou duas passagens curtas podem ser devidas a dificuldades de adaptação, diz Giovani. Mais que isso é sinal de instabilidade e falta de habilidades sociais. “Há aqueles que nem sequer colocam experiências curtas para não destacar essa instabilidade”, afirma Carlos Eduardo Dias, da Asap. “Essa omissão é imperdoável.” E facilmente constatada por checadores, ao ligar para empresas ou observar a carteira de trabalho.

7. Endereço
Muitos candidatos mentem em relação ao local de moradia por três motivos: imaginam que morar perto pode facilitar a contratação; acreditam que morar em um bairro mais pobre prejudique suas chances; ou tentam obter uma verba maior de vale-transporte. Nos dois primeiros casos, é uma mentira menos ofensiva, mas também não vale a pena. Quando for descoberta – pela checagem do comprovante de residência ou pela visita de um colega, ela vai despertar desconfiança do empregador.

Leia mais aqui.