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17/07/2009

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Projeto Galeria de Blogs

17/07/2009

Venho apresentar um novo projeto  que conheci e do qual faço parte, o Galeria de Blogs.com.

Confira, nosso blog orgulhosamente da Galeria de Blogs, veja aqui.

Trata-se como o nome mesmo já diz, de  uma Galeria de Blogs e Blogueiros, mas com uma peculiaridade interessante, reune blogs que tenham como língua oficial o Português.Galeria de Blogs

O projeto é bastante prático e útil, oferecendo vantagens diretas ao nível de visibilidade e notoriedade e indiretas como o tráfego orientedo e de grande quaidade, autoridade, pagerank, links follow gratuitos, entre outras.

É um projeto jovem, e tem expectativa de fazer história numa blogosfera recheada de talento. Capacidada a orientar  novas tendências de mercadoe muito mais.

Tem total capacidade de tornar-se referência de mercado ao nível de diretórios automatizados na web, possibilitando a todos os blogueiros a visibilidade e o sussesso que tanto almejam.

Fica mais um artigo útil, de um produto que eu utilizo e que acredito no sucesso, sucesso que já pode ser conferido com o número de blogs cadastrados que cresce a todo o instante.

Quer Saber Mais?Clique aqui.

Dica de Livro: A Arte de Enganar – Kevin Mitnick

17/07/2009

Aqui estou hoje indicando o Livro A Arte de Enganar de Kevin Mitnick, o qual li, e recomendo tranquilamente,porém não poderia falar somente sobre o livro, sem fazer uma citação sobre o próprio Kevin, que particularmente é meu ídolo, meu ponto de referência e inspiração na área de engenharia social, e inteligência empresarial. Então, vamos lá.

Kevin Mitinick se tornou um ícone de uma geração de hackers que jamais vão esquecer suas façanhA Arte de Enganar - Kevin Mitnickas, seus acessos a documentos secretos, seus roubos e suas invasões.

Em liberdade condicional desde 2000, Mitnick, até então um dos mais famosos hackers do mundo, responsável por uma das mais exaustivas perseguições do FBI, dono de um currículo em que constam documentos ultra-secretos de empresas de telefonia e códigos-fontes de sistemas operacionais, entre outras coisas, transformou-se em um dos mais requisitados profissionais de segurança do planeta.

Ainda sem poder usar computadores (um amigo lê seus e-mails), o que exclui quase que totalmente qualquer artefato do mundo moderno, Kevin mostra que não é preciso chips nem tomadas para fazer invasões. É sobre isto que escreve em “A arte de enganar”, livro no qual traduz o método mais eficaz para se comprometer a segurança de um sistema de informação: a engenharia social.

Burlar a tecnologia é a palavra de ordem. Ir de encontro a sistemas de centenas de milhares de dólares, com firewall, IDS, criptografia, autenticação forte, etc., para obrigá-lo a fazer o que você quer, pode parecer menos inteligente do que se digirir a um funcionário, quando seu treinamento não custou nem uma fração deste ferramental. Afinal, ele pode acessar todos os dados de que você precisa. Basta saber pedir.

Enquanto esteve preso, vários autores contaram a história de Kevin, esmiuçaram sua vida e tentaram explicar sua técnica, mas nenhum deles o fez de forma satisfatória. Mitnick percebeu isto e optou por escrever um livro prático e didático. Para quem esperava um último capítulo para a história de crimes, uma justificativa ou uma réplica, depara-se, em vez disso, com uma extensa lista de golpes, a princípio não relacionados com os que de fato ocorreram em sua “carreira”, mas todos muito bem ilustrados e adaptáveis.

Na primeira parte do livro, que se alonga por cerca de dois terços do conteúdo apresentado, temos o que poderíamos chamar de “o manual”. Diversas histórias contadas sob nomes fictícios relatam, em forma de scripts, o caminho de um engenheiro social em busca de informações. Apesar das tentativas do autor em não dar nomes aos bois, é impossível deixar de perceber a semelhança com histórias do seu próprio passado, como, por exemplo, o fato de ele ter usado escritórios de fotocópias para receber, anonimamente, fax com informações sigilosas enquanto fugia da polícia.

O mais espantoso em todos estes relatos é que, se eles não são todos verdadeiros, poderiam ser. De fato! O que chamaríamos de falta de bom senso ou excesso de confiança, o engenheiro chama de oportunidade única. Em explicações detalhadas (excitantemente em demasia, até) sobre as trapaças, Kevin deixa claro que não é preciso ter nenhum conhecimento específico além de saber lidar com pessoas. Todo o resto é conseguido na base da conversa. A máxima que diz “a maneira mais fácil de se descobrir uma informação é perguntando” está, em cada parágrafo.

Como em um tutorial, aprendemos a forçar uma resposta para as perguntas mais inusitadas, seja apelando para a benevolência, intimidando ou implorando por ajuda. Vemos técnicas, por exemplo, em que o atacante cria um problema e surge como o melhor amigo da vítima para resolvê-lo. Cria-se um vínculo forte o suficiente para que ela passe a confiar nas suas instruções e, a partir deste ponto, a vítima já não tem mais o controle da situação.

Mecanismos mentais como este estão presentes em todas as pessoas, esperando somente que um bom engenheiro social os ative. As técnicas são simples, semelhantes aos textos encontrados em livros sobre como vender ou negociar. Persuadir, comover, convencer. A diferença é que o engenheiro social não precisa de ética.

Este não é um livro teórico sobre segurança da informação, nem um livro totalmente prático. Seu enredo mistura dicas diluídas nas histórias, algumas delas óbvias, outras que fazem acender uma lâmpada: “Mas é claro, como nunca tinha pensado nisso?”. Você realmente se flagra, hora na pele do engenheiro, hora na pele da vítima, tentando se safar daquela situação.

 Revela o modo muito particular de Kevin articular suas idéias, o raciocínio veloz e concatenados na história.

Além dos relatos das fraudes, Mitnick explica seu funcionamento e identifica, em cada história, o ponto fraco usado no ataque. Todos os termos mais técnicos são explicados detalhadamente para que o mais completo leigo em tecnologia de segurança consiga acompanhar a lógica da trapaça.

Isto denota uma preocupação do livro em se adequar ao nível de conhecimento daqueles cuja leitura se faz obrigatória: chefes de departamentos, gerentes de comunicação, de atendimento e de treinamento. É para estes profissionais e para os security officers das grandes empresas que a última parte do livro é dedicada, apresentando um eficiente esqueleto para auxiliar na montagem de uma política contra este tipo de invasão.

Mesmo que sejam tratadas de forma muito introdutória, as questões da segurança corporativa da informação voltadas para o aspecto da engeharia social e, principalmente, a abordagem da política de segurança, tornam o livro único e indispensável na prateleira de qualquer organização. Leitura obrigatória para os profissionais responsáveis por evitar que uma pessoa qualquer pegue o telefone, roube suas informações mais críticas e desapareça incólume.

Na época em que Kevin foi preso, alegou que as autoridades lhe negaram o direito a um telefonema. Mais tarde, brincou, imaginando que os policiais estavam com medo de que ele pudesse lançar algumas ogivas nucleares apenas assobiando ao telefone. Após ler seu livro, você começa a imaginar que talvez estes policiais tivessem razão.

Compre A Arte de Enganar  aqui.

Olá!

17/07/2009

Estamos de casa nova, de cara nova, para proporcionar  a você que acessa o blog, melhor qualidade de conteúdo e praticidade. Espero que gostem e voltem sempre.

O Dinamismo das Mídias Sociais.

17/07/2009

As mídias sociais estão repletas de pessoas com projetos, com seus interesses próprios ou coletivos. Com interesses concretos ou superficiais que, podem mudar conforme as novidades que vão surgindo uma após a outra.

Tratam-se de redes dinâmicas, onde tudo acontece muito rápido, onde estas redes são coletivos que em grupo podem trabalhar e onde ações aparentemente pequenas e simples, podem repercutir de uma forma muito maior e inesperada dentro dela. Não podemos então prever com exatidão ou facilidade como essas redes vão responder as informações.

Podemos ter efeitos só no espaço online e, podemos também ter efeitos que ultrapassam outros âmbitos, como protestos e reivindicações externas, políticas ou sociais por exemplo.

O termo Mídia Social tem despertado interesse de várias esferas da sociedade, e podemos relacionar essa curiosidade a esse fato, o fato do acesso a todas as classes, a comunicação imediata e direta.

Toda vez que uma mídia social surge, formam-se opiniões, tanto contra como a favor. O nosso conhecido Orkut foi uma mídia que ha muito pouco tempo era citada como “Hype”, e que não era merecedora de estudo.

Hoje na contramão dessas opiniões e novamente, tanto em termos positivos  quanto negativos (vastos), percebe-se que se faz útil o estudo do Orkut, temos uma pequena idéia dos efeitos que está tendo na sociedade brasileira.

Já é possível observar a frequencia do Orkut estampando matérias jornalísticas em vários meios de comunicação.

Ele já não é mais citado tão simplesmente como um fenômeno local ou temporário. Como este “mundo” da web, é muito veloz, surgem o tempo todo várias opções de mídias e com elas novos perfis de usuários.

São inúmeras as práticas, por exemplo o Fotolog, que já foi cotidianamente explorado no dia a dia de inúmeros jovens e que hoje, vem novamente sendo observado. Sendo entendido mais profundamente.

Como estamos fazendo com o Facebook, e com o próprio Twitter, o qual mesmo que ainda pequeno merece e também ganha atenção. A mídia em si como seus utilizadores, seus perfis e seu interesses.

Não podemos negar que para observarmos e entendermos os efeitos das mídias sociais em curto, médio e longo prazo e  das mudanças que estamos vivendo em um período relativamente curto, é que além de observá-las e testá-las, é preciso Estudá-las.

É assim para profissionais de Marketing, Comunicação, Empreendedores que se utilizam ou pretendem utilizar-se delas. Estudar e entender parte desse mundo é tão importante  e se torna fundamental a cada dia, para que saibamos que efeito poderemos obter.

Dica de Livro: O Vendedor de Sonhos – Augusto Cury

17/07/2009

O Vendedor de SonhosVenho hoje  indicar um grande livro, o qual já li e posso recomendar.  Trata-se de  O Vendedor de Sonhos – Augusto Cury. Um livro maravilhoso, envolvente e que fala das nossas realidades, da nossa mente e  nossas dúvidas, nossos medos, nossas derrotas e nossas vitórias.

Um homem desconhecido tenta salvar da morte um suicida. Ninguém sabe de onde ele veio, o nome dele ou sua história. Grita aos quatro ventos que a sociedades  modernas se converteram num hospício Global.

Com uma eloquência extrema, começa a chamar seguidores para vender sonhos. Ao mesmo tempo, arrebata as pessoas e as liberta do cárcere da rotina, e por causa disso arruma muitos inimigos.Será ele um sábio ou um louco? Este é uma romance que nos fará rir chorar e pensar muito.
Vale a pena conferir.

Compre  O Vendedor de Sonhos aqui 

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A baixo o trecho do livro O Vendedor de Sonhos

O encontro

No mais inspirador dos dias, sexta-feira, cinco da tarde, pessoas apressadas — como de costume — paravam e se aglomeravam num entroncamento central da grande metrópole. Olhavam para o alto, aflitas, no cruzamento da Rua América com a Avenida Europa. O som estridente de um carro de bombeiros invadia os cérebros, anunciando perigo. Uma ambulância procurava furar o trânsito engarrafado para se aproximar do local.

Os bombeiros chegaram com rapidez e isolaram a área, impedindo os espectadores de se aproximar do imponente Edifício San Pablo, pertencente ao grupo Alfa, um dos maiores conglomerados empresariais do mundo. Os cidadãos se entreolhavam, e os transeuntes que chegavam pouco a pouco traziam no semblante uma interrogação. O que estaria acontecendo? Que movimento era aquele? As pessoas apontavam para o alto. No vigésimo andar, num parapeito do belo edifício de vidro espelhado, debruçava-se um suicida.

Mais um ser humano queria abreviar a já brevíssima existência. Mais uma pessoa planejava desistir de viver. Era um tempo saturado de tristeza. Morriam mais pessoas interrompendo a própria vida do que nas guerras e nos homicídios. Os números deixavam atônitos os que refletiam sobre eles. A experiência do prazer havia se tornado larga como um oceano, mas tão rasa quanto um espelho d’água. Muitos privilegiados financeira e intelectualmente viviam vazios, entediados, ilhados em seu mundo. O sistema social assolava não apenas os miseráveis, mas também os abastados.

O suicida do San Pablo era um homem de quarenta anos, face bem torneada, sobrancelhas fortes, pele de poucas rugas, cabelos grisalhos semilongos e bem-tratados. Sua erudição, esculpida por muitos anos de instrução, agora se resumia a pó. Das cinco línguas que falava, nenhuma lhe fora útil para falar consigo mesmo; nenhuma lhe dera condições de compreender o idioma de seus fantasmas interiores. Fora asfixiado por uma crise depressiva. Vivia sem sentido. Nada o encantava.

Naquele momento, apenas o último instante parecia atraí-lo. Esse fenômeno monstruoso que costumam chamar de morte parecia tão aterrador… mas era, também, uma solução mágica para aliviar os transtornos humanos. Nada parecia demover aquele homem da idéia de acabar com a própria vida. Ele olhou para cima, como se quisesse se redimir do seu último ato, olhou para baixo e deu dois passos apressados, sem se importar em despencar. A multidão sussurrou de pavor, pensando que ele saltaria.

Alguns observadores mordiam os dedos em grande tensão. Outros nem piscavam os olhos, para não perder detalhes da cena — o ser humano detesta a dor, mas tem uma fortíssima atração por ela; rejeita os acidentes, as mazelas e misérias, mas eles seduzem sua retina. O desfecho daquele ato traria angústia e insônia aos espectadores, mas eles resistiam a abandonar a cena de terror. Em contraste com a platéia ansiosa, os motoristas parados no trânsito estavam impacientes, buzinavam sem parar. Alguns colocavam a cabeça janela afora e vociferavam: “Pula logo e acaba com esse show!”.

Os bombeiros e o chefe de polícia subiram até o topo do edifício para tentar dissuadir o suicida. Não tiveram êxito. Diante do fracasso, um renomado psiquiatra foi chamado às pressas para realizar a empreitada. O médico tentou conquistar a confiança do homem, estimulou-o a pensar nas conseqüências daquele ato… mas nada. O suicida estava farto de técnicas, já havia feito quatro tratamentos psiquiátricos malsucedidos. Aos berros, ameaçava: “Mais um passo e eu pulo!”. Tinha uma única certeza, “a morte o silenciaria”, pelo menos acreditava que sim. Sua decisão estava tomada, com ou sem platéia. Sua mente se fixava em suas frustrações, remoía suas mazelas, alimentava a fervura da sua angústia.

Enquanto se desenrolavam esses acontecimentos no alto do edifício, apareceu sorrateiramente um homem no meio da multidão, pedindo passagem. Aparentemente era mais um caminhante, só que malvestido. Trajava uma camisa azul de mangas compridas desbotada, com algumas manchas pretas. E um blazer preto amassado. Não usava gravata. A calça preta também estava amassada, parecia que não via água há uma semana. Cabelos grisalhos ao redor da orelha, um pouco compridos e despenteados. Barba relativamente longa, sem cortar há algum tempo. Pele seca e com rugas sobressaltadas no contorno dos olhos e nos vincos do rosto, evidenciando que às vezes dormia ao relento. Tinha entre trinta e quarenta anos, mas aparentava mais idade. Não expressava ser uma autoridade política nem espiritual, e muito menos intelectual. Sua figura estava mais próxima de um desprivilegiado social do que de um ícone do sistema.

Sua aparência sem magnetismo contrastava com os movimentos delicados dos seus gestos. Tocava suavemente os ombros das pessoas, abria um sorriso e passava por elas. As pessoas não sabiam descrever a sensação que tinham ao ser tocadas por ele, mas eram estimuladas a abrir-lhe espaço.

O caminhante aproximou-se do cordão de isolamento dos bombeiros. Foi impedido de entrar. Mas, desrespeitando o bloqueio, fitou os olhos dos que o barravam e expressou categoricamente:

— Eu preciso entrar. Ele está me esperando. — Os bombeiros o olharam de cima a baixo e menearam a cabeça. Parecia mais alguém que precisava de assistência do que uma pessoa útil numa situação tão tensa.

— Qual o seu nome? — indagaram sem pestanejar.

— Não importa neste momento! — respondeu firmemente o misterioso homem.

— Quem o chamou? — questionaram os bombeiros.

— Você saberá! E se demorarem me interrogando, terão de preparar mais um funeral — disse, elevando os olhos.

Os bombeiros começaram a suar. Um tinha síndrome do pânico, outro era insone. A última frase do misterioso homem os perturbou. Ousadamente ele passou por eles. Afinal de contas, pensaram, “talvez seja um psiquiatra excêntrico ou um parente do suicida”.

Chegando ao topo do edifício, foi barrado novamente. O chefe de polícia foi grosseiro.

— Parado aí. Você não devia estar aqui. — Disse que ele deveria descer imediatamente. Mas o enigmático homem fitoulhe os olhos e retrucou:

— Como não posso entrar, se fui chamado?

O chefe de polícia olhou para o psiquiatra, que olhou para o chefe dos bombeiros. Faziam sinais um para o outro para saber quem o chamara. Bastaram alguns segundos de distração para que o misterioso malvestido saísse da zona de segurança e se aproximasse perigosamente do homem que estava próximo de seu último fôlego.

Quando o viram, não dava mais tempo para interrompê-lo. Qualquer advertência que fizessem contra ele poderia desencadear o acidente, levando o suicida a executar sua intenção. Tensos, preferiram aguardar o desenrolar dos fatos.

O homem chegou sem pedir licença e sem se perturbar com a possibilidade de o suicida se atirar do edifício. Pegou-o de surpresa, ficando a três metros dele. Ao perceber o invasor, o outro gritou imediatamente:

— Vá embora, senão vou me matar!

O forasteiro ficou indiferente a essa ameaça. Com a maior naturalidade do mundo, sentou-se no parapeito do edifício, tirou um sanduíche do bolso do paletó e começou a comê-lo prazerosamente. Entre uma mordida e outra, assoviava uma música, feliz da vida.

O suicida ficou abalado. Sentiu-se desprestigiado, afrontado, desrespeitado em seus sentimentos.

Aos berros, clamou:

— Pare com essa música. Eu vou me jogar.

Intrépido, o estranho homem reagiu:

— Você quer fazer o favor de não perturbar meu jantar?! – disse com veemência. E deu mais umas boas mordidas, mexendo as pernas com prazer. Em seguida, olhou para o suicida e fez um gesto, oferecendo-lhe um pedaço.

Ao ver esse gesto, o chefe de polícia tremulou os lábios, o psiquiatra estatelou os olhos e o chefe dos bombeiros franziu a testa, perplexo.

O suicida ficou sem reação. Pensou consigo: “Não é possível! Achei alguém mais maluco do que eu”.

Funcionários Levam Informações da Empresa!

17/07/2009

funcionarios_levam_informacoes_grdA Symantec e o Instituto Ponemon, uma empresa de pesquisa líder em gerenciamento de informação e privacidade, realizaram pesquisa junto a trabalhadores que perderam ou deixaram seus empregos em 2008 e constataram em relação às informações da empresa:

  • 79% copiaram informações sem autorização do empregador. Utilizaram CD/DVD, Drive USBou conta pessoal de correio eletrônico. Na opinião deles, 59% eram informações confidenciais.
  • 61% relataram ter uma visão desfavorável do seu antigo empregador.
  • 82% disse que seu empregador não realizou uma auditoria ou uma revisão dos papéis ou documentos eletrônicos antes que ele/ela deixasse o emprego.
  • 24% tiveram acesso ao sistema ou rede de computadores de empregador após a saída da empresa.

Esses números merecem ter atenção por todas as organizações. Ainda bem, meu caro leitor(a) que sua empresa não tem esse problema. Será?

A questão de vazamento de informação está crescente. Infelizmente empresas concorrentes muitas vezes usam métodos não corretos. A maneira mais fácil é via um usuário da empresa alvo que tenha acesso (autorizado ou não) à informação desejada, tipo cadastro de clientes. Mas não esqueça que um vazamento de informação pode ser via invasão de um site não protegido adequadamente.

A grande questão é que muitas empresas não fazem nem o “dever de casa” em segurança da informação. Ter um processo estruturado de segurança da informação é um controle básico. Continuidade nos controles e profissional habilitado para a gestão da segurança são fatores críticos de sucesso.

A empresa precisa saber que vai gastar recursos (financeiros, tempo, pessoas, mudança cultural). Mas toda organização tem condições de ter um bom nível de segurança da informação. As informações da sua organização valem muitíssimo mais do que o valor necessário para implantar e manter os controles. Não sabe quanto valem suas informações? Pergunte ao seu concorrente! Ele sabe muito bem!

Proteja profissionalmente sua informação!

Ética! Um princípio sem fim

Este artigo foi publicado originalmente no site: ITWEB

Saiba Mais:
 
Indico a todos que façam uma visita e confiram o conteúdo da Constatti, hoje chamo a atenção para estas Novas parcerias da Constatti que estão possibiltando a publicação de artigos de profissionais renomados no mercado de Segurança da Informação.A idéia é compartilhar cada vez mais conteúdo relevante para seus clientes amigos e parceiros.

Opinião: O Poder do Twitter no Brasil

17/07/2009

Com mais de 1 milhão de usuários no Brasil, a cada dia que passa o Twitter começa a se consolidar entre os mais de 62,3 milhões de usuários no Brasil. Não apenas pessoas conversam com pessoas, mas as marcas estão começando – timidamente ainda – a entrar nessa nova rede de relacionamentos.

O começo do Twitter foi igual ao dos blogs. As pessoas entravam ali, chamavam seus amigos e ficavam (alias ficam ainda) escrevendo de tudo para que os outros possam ler. Tem pessoas que escreve “pessoal, acabei de acordar!” ou “estou indo almoçar na minha mãe”. Querendo ou não isso gera relacionamentos, pois seus amigos mais próximos respondem “isso são horas de acordar” ou “pede para sua mãe colocar mais um prato na mesa, que estou indo também”. São brincadeiras, mas geram conversas e relacionamentos são baseados em conversas!

Tal qual o Orkut, a rede de amigos do Twitter começa com aqueles que você conhece. Você segue os amigos, colegas de trabalho, vizinhos… até que um deles indica que você siga um amigo dele, você segue, depois segue outro, ai começa a seguir um professor, uma marca, um comediante (por exemplo, o pessoal do CQC está entre os 10 perfis mais seguidos do país), quando menos se espera você está sendo seguido por 300 pessoas e está seguindo outras 400.

Nesse momento é que as marcas devem começar a olhar para o Twitter, pois se você é seguido por 300 pessoas, significa que qualquer coisa que você escreva, 300 pessoas vão ler, logo, você pode influenciar 300 pessoas; pensando ainda mais longe, dessas 300, 40 replicam o que você escreveu; se em média essas 40 pessoas são seguidas por outras 200. Olha o tamanho do grupo de pessoas que você atingiu com apenas uma mensagem!

Esse ano, a Telefonica fez uma ação com o Marcelo Tas, que na época tinha cerca de 35 mil seguidores. Uma opinião do Tas vale muito. Se desse 35 mil, 2 mil replicaram suas mensagens sobre a Telefonica. Dá para ser ter uma idéia de quantas pessoas foram atingidas pela mensagem. Arrisco a dizer que muito mais do que a audiência do programa CQC na Band.

Outro caso muito interessante que mostra o poder do Twitter é o recente caso da venda de um apartamento de 500 mil reais pela construtora Tecnisa via rede. Segundo o próprio site da construtora “o comprador, um gerente de TI que prefere não se identificar, segue a empresa no Twitter desde janeiro deste ano e se interessou por uma promoção da Tecnisa voltada para usuários de redes sociais”. Há muito tempo que a Tecnisa trabalha muito bem a Internet, afinal, ela teve um lucro de 28 milhões de reais em vendas pela web em 2008. Segundo o diretor de marketing, Romeo Busarello “Provavelmente este é o produto mais caro vendido pelo Twitter no mundo. E, com certeza, é a primeira venda concretizada por uma empresa do segmento da construção civil, utilizando redes sociais. Esta conquista inédita fortalece nossa estratégia de divulgação on-line dos imóveis. Afinal, conseguimos um excelente resultado com um baixo investimento”, eu diria com investimento próximo a zero!

Mas basta apenas entrar no Twitter para gerar resultados? Com certeza não. É preciso saber como entrar e como interagir com as pessoas. É preciso gerar RELACIONAMENTOS e isso é gerado por conversas entre pessoas. As marcas devem entrar na rede sim,mas quem vai falar pela marca é uma pessoa, um ser humano, e esse tem que compreender como falar com potenciais consumidores. Do mesmo jeito que eu posso falar “o novo site da Coca-Cola é bem legal” e meus 227 seguidores acessarem ao site, posso falar “o site da Coca-Cola é um lixo”, os 227 vão acessar, mas que tipo de mensagem vão replicar? O site é bom ou ruim?

Deve-se lembrar que todas as respostas do Twitter são vistas por todos os seguidores. Logo se eu tenho 227 seguidores no meu perfil e converso com uma marca que tem 500 seguidores, nossa conversa será vista por 727 pessoas!

O que eu quero dizer aqui nesse artigo é que não é apenas porque a Tecnisa vendeu um apartamento de 500 mil reais via Twitter que todas as marcas vão entrar hoje, conquistar 700 seguidores em uma semana, ficar despejando promoções e produtos e vão faturar milhões de reais! Muito pelo o contrário, a Tecnisa conseguiu isso por que ela é uma empresa diferenciada na web, investe, inova há muito tempo, sabe como trabalhar no mercado digital, algo que muitos anunciantes deveriam aprender também, que web não é mais links patrocinados ou home de mega portal!

Precisamos entender melhor as redes sociais, pois se as marcas não entendem, os consumidores já entendem, estão nelas e estão interagindo entre si!

http://www.chmkt.com.br/2009/07/o-poder-do-twitter-no-brasil.html

Quebra de Sigilo de Dados Cadastrais/Pessoais e a Ocorrência do Dano Moral.

17/07/2009

 Quando se fala em quebra de sigilo há logo uma associação aos dados bancários, fiscais e telefônicos. Para muitos esta violação ocorre devido a uma corrupção entranhada em nossa sociedade com ampla divulgação pelos meios de comunicação. Em Constituição Federal Anotada de UADI LAMMÊGO BULOS, 2005, Editora Saraiva, 6ª Edição, pág. 159, “o sigilo de dados desdobra-se em duas vertentes: o segredo bancário e o segredo fiscal, formas relativas de direito à privacidade, porque podem ser quebradas pela Justiça Criminal ou Civil, pelas Comissões Parlamentares de Inquérito e até por requisição do Ministério Público. Essa última hipótese não é absolutamente pacífica.” Venho então acrescentar mais uma vertente, que é o SIGILO DE DADOS CADASTRAIS, que nada mais é do que segredo cadastral. Este assunto também é tratado pelo Constitucionalista cima declinado quando aborda que: “Os dados contidos nos bancos de informações também devem permanecer em segredo, para não violar a privacidade alheia.” “O sigilo de dados entrecruza-se como o segredo das comunicações telefônicas. Esse fato é muito benéfico, porque reforça a tutela da intimidade. … Só podem ser quebrados por ordem judicial, com base no princípio da legalidade.” (STF, HC 70.814-5/SP, rel. Min. Celso de Mello, 1ª Turma, DJ 1, 24-6-1994, p. 16650; RT, 709:418). (grifo nosso) Diz ainda que é “Interessante frisar que a garantia do sigilo de dados, no posto de norma constitucional, é uma novidade trazida pela Constituição de 1988. Funciona como complemento aos direitos de privacidade (art. 5º, X) e à intimidade.” Assim entendemos que os dados contidos nos cadastros pessoais (ex.: SERASA e SPC) não podem ser utilizados pelas Empresas para exposição do consumidor de forma pública, seja para negar crédito ou para efetuar, principalmente, suas defesas em processos judiciais com intuito de denegrir o autor em suas demandas, tendo como destaque as ações de danos morais. As Empresas possuem convênios com órgãos de proteção ao crédito para consulta em seus estabelecimentos no momento da compra pleiteada pelo consumidor. Porém, é comum nas ações tramitantes na Justiça de comporem o arsenal de provas as telas de consulta de dados cadastrais, que inclusive trazem com destaque “confidencial”, com intuito de denegrir a imagem do autor por suas inclusões nos referidos órgãos, esquecendo os mesmos de que muitas negativações são efetivadas ao arrepio da Lei, sem notificações, prescritos ou de liquidez incerta por ser o suposto débito alvo de ação de revisão judicial, entre outros fatores. “Consideram-se dados pessoais quaisquer informações relativas a uma pessoa, seja ela identificada ou identificável, que podem ser armazenadas e processadas em bancos de dados” O legislador incluiu como princípio constitucional “o direito a inviolabilidade do sigilo de dados”, previsto nos incisos X e XII do Art. 5º de nossa Carta Maior, in verbis: “X – são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurando o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação” “XII – é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas, de dados e das comunicações telefônicas, salvo, no último caso, por ordem judicial, nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal.” (grifo nosso) As empresas possuem com a SERASA e o SPC, como demais órgão de proteção ao crédito, um contrato de prestação de serviços, e estes possuem condições explícitas de que a realização de consultas é para “rotinas operacionais”, onde os contratos VEDAM divulgação por ser informação CONFIDENCIAL. Concluímos que a produção de provas contra os autores com base em dados cadastrais é Inconstitucional, com violação aos princípios fundamentais do art. 5º da CF, exceto por ordem judicial com tramitação da ação em segredo de justiça.

 

Foi exibida uma reportagem no Jornal Nacional, com a informação de que uma investigação do Ministério Público de São Paulo pôs em xeque a divulgação de dados pessoais sigilosos, que é uma prática que tem se multiplicado no Brasil porém ilegal. Uma empresa que funciona em um prédio no Morumbi, na Zona Sul de São Paulo, e que mantém uma página na internet é o alvo da investigação.
O interessante é que para obter acesso as informações era necessário somente efetuar o pagamento de uma taxa de R$ 25,00 por mês e uma taxa por pesquisa.
O site, disponibiliza até um exemplo, com alguns dados (ficticios).É fácil é possível descobrir o endereço, os telefones, inclusive os celulares, e os contatos de pessoas próximas (vizinhos, pai, mãe) digitanto somente o CPF do indivíduo que deseja-se pesquisar.Como também, é possível saber que carro a pessoa tem, a placa, o Renavam, o chassi e o ano de fabricação.
Por telefone, um funcionário da empresa disse, de onde vêm as informações. “A origem dos dados são fontes do Detran, dos emplacamentos. Uma empresa que é conveniada a eles, entendeu?”, disse o entrevistado.
É oferecido ainda dados sobre cheques sem fundos, pendências, protestos. E ao ser questionado sobre como eles conseguem informações sobre cheques, o funcionário diz que “vêm do Banco Central”, por meio de uma empresa terceirizada que passa as informações.
Declararam também que os principais clientes são empresas de cobrança, instituições financeiras, advogados e comerciantes que fazem 2 milhões de consultas por mês. Incluindo policiais civis de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Complementou o funcionário que a empresa tem grandes clientes, o Deic [Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado], a Polinter. Delegados e diversas delegacias são clientes nossos”.

Opinião:
O que mais me intriga e causa indignação é o fato de saber que igual a esta empresa existem as duzias na internet atuando tranquilamente, e nenhuma delas foi citada ou questionada durante a reportagem.
Me pergunto, por qual motivo, verdadeiramente a AP Informação foi a bola da vez,  pois ficou clara a indignação com a falta de proteção com dados de pessoas “famosas” ” jogadores de futebol”, e dados de  “autoridades do três poderes…”
Será que algum dado fornecido esbarrou na pessoa errada? Por qual motivo, não ficou explícita a importância de proteger dados de pessoas comuns?Como então serão investigadas as supostas fontes e caso culpadas, como serão punidas? Sabendo que trata-se de grandes instituições.
Todos nós sabemos que este é um ato ilegal, mas deixo aqui uma pergunta:
Até onde vamos, com ações aparentemente corretas, defensivas e necessárias mas, que sempre deixam transparecer que foram executadas com intenções pessoais ou digamos assim, direcionadas?

Quais os traços comuns entre empreendedores de sucesso?

17/07/2009
Alguns livros de administração, psicologia e negócios tentam descrever o perfil ideal daqueles que podem ter mais chances de sucesso no mundo dos negócios.
 
Vamos apresentar algumas características não tão conservadoras ou aparentemente menos nobres que àquelas, porém olhadas por outro ângulo, seremos capazes de identificá-las no perfil de muitos homens e mulheres de sucesso.
 
Veja se você já se conheceu algum empreendedor com estas características?

 

. Lunático – Diz ver o que os outros não vêem.

. Propensão para a insanidade – Acredita em coisas e tenta convencer os outros disso.

. Mostra sinais de irresponsabilidade – Aposta todas as suas fichas e, se preciso for, vende casa, carro e se endivida todo em prol daquilo que acredita.

. Impulsivo – As vezes sua intuição fala mais alto para seguir um caminho completamente diferente daquele que os especialistas o orientam tomar.

. Inconseqüente – Se mete a fazer coisas que a maioria das pessoas não fariam

. Teimoso – Sua “insistência” beira a obstinação. A palavra desistência parece não constar do seu dicionário. Para ele, dar certo é uma questão de tempo e um caminho a ser encontrado. E a maneira para encontrá-lo é tentando até conseguir.

. Parece gostar de sofrer – Sabe que para atingir seus objetivos e por mais que se esforce, não conseguirá evitar constrangimentos, noites mal dormidas e problemas mil, mas, ainda assim, não desiste de ir em frente.

. Tem formas estranhas de se divertir – Seu maior estímulo é se meter em problemas e buscar desafios.

 

Aviso Importante: Caso alguma pessoa seja encontrada com essas características favor avisar. O mundo está precisando de mais pessoas assim.

Artigo muito interessante, que apresenta de forma rápida, prática e inteligente, algumas importantes diferenças entre empreeendedores potencialmente pré-dispostos ao sucesso no mundo dos negócios e outros nem tanto.

Artigo publicado por Gespeq.

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